fevereiro.2020

Diferenças entre municípios

Taxa de mortalidade padronizada

 

Em 2018, a taxa de mortalidade no estado correspondeu a 6,8 óbitos por mil habitantes, com importante heterogeneidade entre municípios.
Para melhor observar esse fenômeno no território paulista, elaborou-se a taxa de mortalidade padronizada, que elimina o efeito das diferentes estruturas etárias nos municípios.
Esse indicador revela que as menores taxas se concentram nos municípios das regiões administrativas de São José do Rio Preto, Ribeirão
Preto, Presidente Prudente e Campinas, enquanto as maiores estão nos municípios das regiões da Baixada Santista, Registro, Sorocaba e Itapeva.

Taxa Geral de Fecundidade

Expressa pela relação entre o número de nascidos vivos e a população feminina em idade fértil (entre 15 e 49 anos), a taxa geral de fecundidade (TGF) indica que, em 2018, em cada mil mulheres nessa faixa etária, 50 tiveram filhos no estado. Esse indicador tem permanecido estável nos últimos dez anos.
Entre os municípios, observa-se que as taxas mais baixas pertencem àqueles nas regiões central e norte, enquanto as mais altas encontram-se naqueles ao sul do estado, como Registro, Itapeva, Santos, bem como na Região Metropolitana de São Paulo e Sorocaba.

Taxa de nupcialidade legal

A taxa de nupcialidade legal no estado, em 2018, foi de 7,9 casamentos por mil habitantes de 15 anos e mais de idade. Foi menor do que a registrada no ano anterior (8,3 casamentos por mil).
Existe considerável variação entre os municípios paulistas: 244 deles apresentaram taxas acima da média estadual. As mais elevadas estão nas regiões de Registro e Itapeva.
Por outro lado, verificaram-se valores inferiores à média em 401 municípios: além da capital, aqueles localizados principalmente a norte, nordeste e oeste do estado.

Fonte: Fundação Seade. Movimento do Registro Civil 2018.
NOT A: Os indicadores demográficos para os 645 municípios encontram-se no endereço http://www.imp.seade.gov.br
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